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sábado, 25 de fevereiro de 2012

FOGO AMIGO

JÁ DIZ O VELHO DITADO “QUER CONHECER REALMENTE UMA PESSOA DÊ PODER A ELA”. E QUANDO ALGUEM SE VE DIANTE DE UMA SITUAÇÃO CONTRARIA, SE VE DIANTE DA PERDA DO PODER QUE ADIQUIRIU, AI SE MOSTRA A VERDADEIRA FACE DO HOMEM, TENHO VISTO COM PESAR O QUE TEM ACONTECIDO ENTRE O BISPO EDIR MACEDO E O “APOSTOLO” VALDEMIRO SANTIAGO, SOBRAM ACUSAÇOES E OFENSAS E FALTA O ESPIRÍTO SANTO. OS DOIS LÍDERES DE DUAS DAS MAIORES IGREJAS NEO-PENTECOSTAIS NO BRASIL E NO MUNDO,OS DOIS JÁ FORAM MUITO PROXIMOS,OS DOIS DIZEM SER HOMENS DE DEUS MAS O QUE SE TEM VISTO E UMA VERDADEIRA CARNIFICINA DA DECÊNCIA,ÉTICA E DA MORAL. DIZEM QUE EM “CASA QUE FALTA PÃO TODO MUNDO BRIGA E NINGUEM TEM RAZÃO”. O QUE TEM FALTADO A ESSES HOMENS, QUAIS OS MOTIVOS QUE LEVAM OS MESMOS A SE ENGALFINHAREM NA TELEVISÃO ALIAS DIGA SE DE PASSAGEM EM REDE NACIONAL, E ISSO LHES CUSTAM MUITOS MILHÕES DE REAIS, E ESSES MILHÕES VEÊM DO SUADO DIZÍMO DOS FIÉIS DE SUAS IGREJAS, ENTÃO QUERIA AQUI SUGERIR AOS AMADOS PASTORES QUE SE NÃO SE RESPEITAM AO MENOS RESPEITEM OS DIZÍMOS DE SUAS OVELHAS. E SUGIRO AOS PATROCINADORES DOS MESMOS QUE PERSISTINDO ESSA INSANIDADE, ILOGICA E IRRESPONSÁVEL QUE PENSEM BEM ANTES DE DEPOSITAREM SUAS OFERTAS, POIS OS MOTIVOS SÃO OBVIOS, EDIR MACEDO ESTA VENDO CORRER ENTRE SEUS DEDOS O PODER E A GLÓRIA ADQUIRIDOS E ISSO MEXE COM A CABEÇA DAQUELES QUE NÃO SÃO GUIADOS PELO ESPÍRITO DE DEUS, E DIGO SEM MEDO DE ERRAR QUE O ESPÍRITO SANTO SE RETIROU DO BISPO HÁ MUITOS ANOS, EDIR TEM TOMADO DEÇISÕES QUE O SENHOR NÃO LHE ORDENOU POR ISSO ESTA PAGANDO UM PREÇO MUITO ALTO POR SUAS DECISOES ERRONEAS E NATURAIS, A LINE RECORDS QUEBROU (GRAVADORA FUNDADA PELO GRUPO RECORD), A PRÓPRIA RECORD QUE ERA PARA SER UMA EMISSORA DE FUNÇÃO EVANGELICA (COISA QUE NUNCA FOI) TEM PASSADO POR SÉRIOS PROBLEMAS FINANCEIROS, MAS PAREM PARA ANALISAR OS INVESTIMENTOS DA EMISSORA, NOVELAS (RIDICULAS), A FAZENDA (BAIXARIA EM HORARIO NOBRE, LIXO), RECENTEMENTO SE METEU EM UMA BRIGA MILIONARIA POR DIREITOS DE TRANSMISSÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO, OU SEJA, A VISÃO MUDOU CONSEQUENTEMENTE O DONO DA VISÃO SE AFASTOU POR ISSO O DESESPERO ENTROU NO CORAÇÃO DO AMADO BISPO QUE TEM ATRIBUIDO A VALDEMIRO SANTIAGO O QUAL FOI MEMBRO DA IURD POR 15 ANOS O TITÚLO DE “SERVO DO DIABO”, POIS MUITOS DE SEUS SEGUIDORES ESTÃO MUDANDO DE LADO EM FUNÇÃO DOS PRODÍGIOS REALIZADOS NA IMPD. MAS O TIRO TEM SAIDO PELA CULATRA POIS O QUE NÃO MATA FORTALECE AINDA MAIS MACEDO SO TEM CONSEGUIDO DIVULGAR AINDA MAIS A FAMA DO ENTITULADO “APÓSTOLO”.MACEDO TEM BATIDO SEM PENA E SEM DO NO EX “BISPO DOS MILAGRES” MAS SEU PASSADO PODRE O CONDENA.JA COM RELAÇÃO AO ENTITULADO “APÓSTOLO” SO TENHO UMA COISA A DIZER CONTRA FATOS NÃO HA ARGUMENTOS,NÃO EXISTE NENHUMA POSSIBILIDADE DE SEREM ATRÍBUIDAS AO DIABO TUDO O QUE TEM SE VISTO NOS CULTOS DE VALDEMIRO,ELE E NO MINÍNO USADO POR DEUS,EMBORA EU DISCORDE DO “APOSTOLO” EM VÁRIOS PONTOS NÃO HÁ DÚVIDAS QUE O MESMO E HOMEM DE DEUS POR ISSO O BISPO FALASTRÃO AINDA VAI PAGAR UM PREÇO ALTA POR SUAS ACUSAÇÕES POIS DEUS NÃO E MUITO CHEGADO E NÃO COSTUMA TER MUITA PIEDADE COM QUEM TOCA NA UNÇÃO ALHEIA. QUE DEUS NOS ABENÇÕE E QUE AO INVÉS DE BATERMOS UM NOS OUTROS VAMOS ESPANCAR SATANÁS, E SALVAR ALMAS, POIS UM EXÉRCITO DIVIDIDO E UM EXÉRCITO VENCIDO.

A ORIGEM DO CARNAVAL

O primeiro baile de carnaval realizado no Brasil ocorreu em 22 de janeiro de 1841, na cidade do Rio de Janeiro, no Hotel Itália, localizado no antigo Largo do Rócio, hoje Praça Tiradentes, por iniciativa de seus propietários, italianos empolgados com o sucesso dos grandes bailes mascarados da Europa. Essa iniciativa agradou tanto que muitos bailes o seguiram. Entretanto, em 1834, o gosto pelas máscaras já era acentuado no país por causa da influência francesa. Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos depois, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade. Nessa época, o carnaval era muito diferente do que temos hoje. Era donhecido como entrudo, festa violenta, na qual as passoas guerreavam nas ruas, atirando água uma nas outras, através de bisnagas, farinha, pós de todos os tipos, cal, limões, laranjas podres e até mesmo urina. Quando toda esta selvageria tornou-se mais social, começou então a se usar água perfumada, vinagre, vinho ou groselha; mas sempre com a intenção de molhar ou sujar os adversários, ou qualquer passante desavisado. Esta brincadeira perdurou por longos anos, apesar de todos os protestos. Chegou até mesmo a alcançar o período da República. Sua morte definitiva só foi decretada com o surgimento de formas menos hostis e mais civilizados de brincar, tais como confete, a serpentina e lança-perfume. Foi então que o povo trocou as ruas pelos bailes. POSIÇÃO DA IGREJA EVANGÉLICA NO PERÍODO DO CARNAVAL Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se por isso, de uma manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pelas Sagradas Escrituras. Seja no Egito, Grécia ou Roma antiga, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeiras desenfreadas, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas. Entretanto, não podemos também deixar de abordar os chamados benefícios do carnaval ao país, tais como geração de empregos, entrada de recursos financeiros do exterior através do turismo, aumento das vendas no comércio, entre outros. Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a igreja evangélica deste momento histórico. Então, qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas, a fim de não sermos participantes com eles (Ef.5.7)? Devemos, por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização? Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento (2 Co.4.4)? Creio que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da igreja nasce de princípios estreitamente ligedos ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo. Há quem justifique como estratégia evangelística a perticipação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos frqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo a investir contra elas? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo? No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que originaram, continuamos vendo imoralidade, música lasciva, promiscuidade sexual e bebedeiras. José Carlos Sebe, no livro Carnaval de Carnavais, página 16, descreve, segundo George Dúmezil (estudioso das tradições mitológicas): O Carnaval deve ser considerado sagrado, porque é a negação da rotina diária. Ou seja, é uma oportunidade única para extravasar os desejos da carne, e dentro deste contexto festivo, isto é sagrado, em nada pervertindo. Na página 17, o mesmo autor descreve: Beber era um recurso lógico para a liberação pessoal e coletiva. A alteração da rotina diária exigia que além da variação alimentar, também o disfarce acompanhasse as tranformações. Observe ainda o que diz Manuel Gutiérez Estéves: No passado, faziam-se nos povoados, mas sobretudo nas cidades, diversos tipos de reuniões em que todos os participantes aparentavam algo diferente daquilo que na realidade, eram. A pregação eclesiástica inseriu na mensagem estereotipada do carnaval a combinação extremada da luxúria com a gula. Não falta sem dúvida, fundamento para isto. Como cristãos, não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração , que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus: "Porque os que segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são do espírito para as coisas do espírito (Rm 8.5-8)." "Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20)." EVANGELISMO OU RETIRO ESPIRITUAL? A maioria das igrejas evangélicas, hoje, tem sua própria opnião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval. Opinião esta que, em grande parte, apoia-se na teologia que cada um delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferm ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões. Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor ao Senhhor e com intenção de ganhar almas para Jesus e edificar o corpo de Cristo.(Cl 3.17). Entendemos, também, o propósito dos retiros espirituais: moentos de comunhão com o Senhor que tem feito grandes coisas em nossas vidas. Muitos crentes têm sido edificados pela pregação da Plavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos promovidos pelas igrejas. Toda via, a visão de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio. Na Série Lausanne, encontra-se uma descrição sobre a necessidade da igreja ser flexível. A consideração é feita da seguinte forma: o processo de procura de novas estruturas nos levará, seguidamente, a um exame mais íntimo do padrão bíblico e a descorberta de que um retorno ao modelo das Escrituras e sua adptação aos tempos atuais é básico á renovação e a missão. Entendemos, com isso, que, em meio á pressão provocada pelo mundo, a igreja deve buscar estratégias adequadas para posicionar-se á estas mudanças dentro da Palavra de Deus, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não os fatores externos. Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opiniões diferentes a respeito da maneira adequada para a evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar, nem mesmo fugia das interrogações ou situações religiosas da época. Não podemos deixar de olhar o que está escrito na Bíblia: "Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4.2). Aqui o apóstolo Paulo exorta a Timóteo a pregar a Palavra em qualquer situação, seja boa ou má. A Palavra deve ser anunciada. A igreja jamais pode ser omissa quanto a esse assunto. O cristão deve ser sábio ao tomar sua decisão, sabendo que: "Em que noutro tempo andaste segundo o curso deste mundo, segundo o prícipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós andávamos nos desejos da carne e dos penbsamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo(pela graça sois salvos), e nos ressucitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" (Ef 2.2-6).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Ciúme, a Inveja e a Contenda



Aristóteles definia ciúmes como o desejo de ter o que outra pessoa possui. Era originariamente uma palavra boa e referia-se ao desejo de imitar uma coisa nobre da outra pessoa. Mais tarde a palavra passou a ser associada com um desejo lascivo daquilo que pertencia a outra pessoa. Salomão reconheceu a vaidade (inutilidade) desse pecado quando disse: "Então vi que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja do homem contra o seu próximo" (Eclesiastes 4:4). Tentar "seguir o padrão de vida do vizinho" é um pecado que não somente nos impedirá de ir para o céu, mas também mesmo nesta vida nos tirará a satisfação (Filipenses 4:12-13). Embora o ciúme simplesmente cobice a riqueza e a honra dos outros, a inveja é algo que se faz acompanhar de rancor. A inveja não é necessariamente querer para nós mesmos, mas simplesmente querer que seja tirado do outro. A inveja é o sentimento de infelicidade produzido por presenciarmos a vantagem ou a prosperidade do outro. Os invejosos se incomodam com os sucessos dos amigos. O ciúme e a inveja são sempre seguidos da contenda na igreja (Romanos 13:13; 1 Coríntios 3:3). Quando nos magoamos por causa daquilo que outros conquistaram, quer financeiramente, quer na reputação, a ambição egoísta nos torna arrogantes contra o nosso irmão (Tiago 3:14). O ciúme dos coríntios para com os pregadores gerou contenda e divisão (1 Coríntios 3:3-4). Os irmãos ciumentos estão associados com a contenda, com a ira, com as disputas, as maledicências, a difamação, a arrogância e as perturbações (2 Coríntios 12:20). O ciúme e a inveja levaram os irmãos de José a querê-lo morto, geraram a rebelião de Coré, levaram Caim a matar Abel, o Sinédrio a matar Jesus e aprisionar os apóstolos. Muitos hoje e no primeiro século pregam e pregaram a Cristo movidos pela inveja (Filipenses 1:15). São zelosos pela causa de Cristo, mas esse zelo é motivado pelo desejo de desacreditarem outros irmãos. A contenda nasce da inveja, da ambição e do desejo de prestígio, de posição e de destaque. É o espírito que nasce da competição desmedida e ímpia. A contenda corre solta quando os cristãos odeiam ser superados. Domina quando o homem se esquece que só o que se humilha pode ser exaltado. Os irmãos invejosos e competitivos cobrem o seu pecado com debates "consagrados" sobre as palavras e sobre as questões controversas (1 Timóteo 6:4-5). Que a nossa posição a favor da verdade não seja obscurecida com o motivo pecaminoso da inveja que nos conduz à contenda. Uma vez que a contenda entra na igreja, o culto passa a ser inviabilizado. Os cristãos, e mesmo os presbíteros e pregadores, ficam tão preocupados com os seus direitos, dignidade, prestígio, práticas e procedimentos que fica impossível haver uma atmosfera que dê margem ao louvor e à adoração. Com o ciúmes e a inveja no coração, não podemos fazer julgamentos justos; o julgamento parcial só gera mais contenda. A adoração a Deus e as disputas dos homens não combinam. O ciúme e a inveja parecem ser os últimos pecados a desaparecer da vida do Espírito. Após a longa lista que Paulo apresenta de pecados da carne e do fruto do Espírito em Gálatas 5, ele conclui o seu pensamento com a advertência: "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros" (5:25-26). Ninguém acusou os apóstolos durante o ministério de Jesus de fornicação, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, embriaguez e orgias ­ mas na noite antes de Jesus morrer, eles eram invejosos e cheios de contenda (Lucas 22:24). Não é necessário participar do trabalho da igreja por muito tempo para descobrir que fonte eterna de problemas é a inveja. Como corrigimos o espírito invejoso e ciumento em nós mesmos? "Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram. Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos" (Romanos 12:15-16). "Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo" (1 Pedro 3:8-9). "Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz" (Tiago 3:18). Todos estamos tentando ceifar uma colheita resultante da boa vida, mas as sementes que produzem essa colheita jamais podem brotar numa atmosfera que não seja aquela com os relacionamentos corretos. O grupo em que há inveja e contenda é um solo infértil, em que não pode crescer nenhuma colheita justa. 

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Engravidando das multidões

Uma das circunstâncias mais prazerosas da vida de uma casal é saber que a mulher está grávida, especialmente quando esse filho foi muito desejado e longamente esperado, assim também, deve ser o nosso desejo e prazer em Ter filhos espirituais, pois é a partir do primeiro (primogênito) que o Senhor nos dará uma multidão. Gostaria de lembrar que o ato que leva uma mulher a encontrar-se grávida, inicia-se com muito prazer, depois aquela mulher começa a sentir no seu corpo os sintomas da gravidez, então, procura-se o médico e ele dá o veredicto: “ Parabéns! Você está grávida”. Primeiro passo – Desejar ardentemente (1 Sm 1:11) – Ana confiou no Senhor e pediu, com toda fé de seu coração, um filho e Deus lhe concedeu, o que a deixou cheia de gozo e satisfação, a amargura deixou o seu coração e um gozo imenso tomou conta de todo seu ser. Segundo passo – Entender que o Senhor quer nos dar muitos filhos (Gn 1:28) – Teremos tantos filhos ao ponto de enchermos toda terra e, para que isso ocorra, o Todo-Poderoso vai nos fazer muito férteis. Terceiro passo - Aliançar-se com o Senhor Todo-Poderoso (Gn 17:1,5) - Engravidar-se de uma numerosa multidão a ponto de ser chamado "Pai de multidão", ou seja, (Abraão) tem que se deixar fecundar pela semente de vida do Senhor, através de uma vida de intimidade e plena comunhão com Ele. Quarto passo - Amar o que Deus ama - GENTE (Jo 3:16) - O amor de Deus é tão tremendo que Ele deu o Unigênito, para que se tornasse o Primogênito entre milhares de filhos. Deus só nos engravida da multidão, quando estamos cheios de amor por ela. Quem ganha almas é sábio (Pv. 11:30), mas só os que amam é que podem ter êxito na Consolidação, pois o amor é o vínculo da perfeição (Col. 3: 12, 14). A Consolidação é o coração da multiplicação. Quinto passo - Esvaziando-se de si e enchendo-se d'Ele (Jo 12:24) - Para que possamos ficar grávidos e dar luz a uma numerosa multidão, nos é necessário cumprir este maravilhoso princípio da Palavra de Deus, ou seja, reconhecer que é na morte do nosso eu, que o Senhor gera vida. Sexto passo - Crer e velar pela promessa (Gn 28:3,4) - O poder da vida está na semente (Palavra de Deus) quem recebe a semente no seu útero espiritual, está fertilizado pelo poder da vida, e quem vela pela semente em nós implantada, dará à luz a milhares de vidas. Aleluia!!!. Conclusão: Ame incondicionalmente as vidas. Jesus morreu por vidas. Ele é nosso referencial.