domingo, 13 de outubro de 2013


Leve o Júlio para pregar na sua igreja,e benção...
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

A Paixão
A paixão é uma atração física, uma emoção um sentimento impulsivo que pode gerar sintomas e sensações, alguns desses sintomas são:
Ø  Toda a atenção é voltada para o parceiro;
Ø  As pupilas dos olhos se dilatam (melhora a visualização do amado);
Ø  Os batimentos cardíacos ficam acelerados;
Ø  A temperatura corporal aumenta;
Ø  O rosto pode ficar vermelho;
Ø  A pressão sanguínea tende a aumentar;
Ø  As mãos tornam-se frias, suadas e trêmulas;
Ø  A boca fica seca;
Ø  Há alterações no funcionamento do estômago e sente-se o clássico “frio na barriga”;
Ø  A função intestinal aumenta e pode ocorrer até diarreia;
Ø  Há uma maior “queima” de gordura (cuidado: não deseje se apaixonar somente para reduzir o peso!);
Ø  O nível de açúcar (glicose) no sangue aumenta;
Ø  Há maior quantidade de adrenalina e cortisol no sangue;
Ø  A imunidade tende a aumentar

O caso exemplar da paixão é relatado pela mitologia grega. Segundo a lenda, Apolo era o deus mais belo, senhor das artes, da música e da medicina. Após derrotar Píton, vangloriando-se de seu enorme feito, fez pouco de Cupido, o deus do amor, dizendo-lhe que suas flechas eram muito mais poderosas do que as do pequeno Deus.
Cupido respondeu que as flechas de Apolo eram poderosas porque podiam ferir a todos, mas as dele, Cupido, podiam ferir ao próprio Apolo. Cupido, então, lançou uma flecha de ouro na ponta, no coração de Apolo, provocando neste uma paixão desenfreada por Dafne, uma bonita Ninfa, filha do rio-deus Peneu. Em Dafne, Cupido lançou uma flecha com chumbo na ponta, suscitando uma repulsa por Apolo.
Apolo passou a perseguir a amada, enquanto essa fugia dele em um profundo sentimento de rejeição. Dafne, não suportando a perseguição e a repulsa que sentia por Apolo, pede a seu pai que a mude de forma, no que é atendida e é então transformada em uma árvore, um loureiro. A partir desse momento, Apolo passou a usar uma coroa de louros como símbolo de sua paixão não correspondida.
A ciência, por sua vez, ao estudar a reação do corpo humano ao sentimento da paixão, aponta que há a produção de substâncias químicas que alteram o humor e o comportamento.
De acordo com estudos, o cérebro do indivíduo que está apaixonado produz altas taxas de feniletilamina. Essa substância estimula a produção de dopamina e norepinefrina, que são estimulantes cerebrais e estão relacionadas também à sensação de bem-estar e à perda da capacidade de análise comportamental do parceiro. É a mesma sensação de quem ingere anfetaminas.
Está associada também às sensações da paixão a produção de uma alta taxa de serotonina, substância química encontrada em grande quantidade em abacaxis e chocolates.
É certo que há a produção de adrenalina pelo cérebro e pela glândula adrenal, sendo um inibidor natural do apetite e do sono. Tal estado de excitação causa danos na memória e na concentração, provocando prejuízos no trabalho e nos estudos. Para o neurocientista Renato Sabatini, tudo isso não faz mal se for por um período curto de tempo. Começa a virar uma doença se durar mais de três meses.

Diferenças entre amor e paixão

O sentimento exacerbado entre duas pessoas é um exemplo de uma paixão. A paixão pode ultrapassar barreiras sociais, diferenças de formação, idades e gêneros. A paixão completamente correspondida causa grandiosa felicidade e satisfação ao apaixonado, pelo contrário, qualquer dificuldade para atingir essa plenitude pode trazer grande tristeza, pois o apaixonado só se vê feliz ao conseguir o objeto de sua paixão. A paixão é uma patologia amorosa, um superlativo fantasioso da realidade sobre o outro, tendo em vista que o indivíduo apaixonado se funde no outro, ou seja, perde a sua individualidade, que só é resgatada quando na presença do outro. Com o passar do tempo, essa intensidade de fusão vai se esvaindo, tendo em vista que a paixão é uma idealização mítica do outro. Quando o apaixonado começa a perceber que essa idealização, com o passar do tempo, foi equivocada, porquanto o outro não se comportava dentro do perfil de expectativas idealizado miticamente pelo apaixonado, é gerada uma intensa frustração, que passa a ser vivenciada com intensa irritabilidade pelo então apaixonado. Desta forma, o apaixonado vai percebendo o equívoco que cometeu, pela recorrência das frustrações no tocante às suas expectativas fantasiosas pelo outro, objeto da paixão e o processo começa então a regredir, a se inverter, com a paulatina volta e reforço da identidade do ex-apaixonado, que passa a enxergar o outro como ele realmente é, o que, via de regra pode até gerar um sentimento inverso de extrema repulsa, pelos sofrimentos suportados. Existem pesquisas científicas nesse âmbito, que mostram que a paixão, apesar de intensa e arrebatadora, é um sentimento passageiro. Estima-se que a mesma não dure por mais de quatro anos. Adolescentes estão mais sujeitos a apaixonarem-se, devido ao pouco conhecimento de mundo entre outras coisas, o que não significa que pessoas de maior idade não estejam passíveis de tal sentimento. O que ocorre é que a pessoa adulta, por ter maior conhecimento de mundo, por ter vivenciado maiores experiências, não estará tão sujeita a perder a razão e deixar-se dominar pelo peso do sentimento.
Na mitologia grega encontramos também um exemplo claro dos danos da paixão a vida dos jovens, Narciso e Eco, segundo a mitologia existia uma ninfa bela e graciosa tão jovem quanto Narciso, chamada Eco e que amava o rapaz em vão. A beleza de Narciso era tão incomparável que ele pensava que era semelhante a um deus, comparável à beleza de Dionísio e Apolo. Como resultado disso, Narciso rejeitou a afeição de Eco até que esta, desesperada, definhou, deixando apenas um sussurro débil e melancólico. Para dar uma lição ao rapaz frívolo, a deusa Némesis condenou Narciso a apaixonar-se pelo seu próprio reflexo na lagoa de Eco. Encantado pela sua própria beleza, Narciso deitou-se no banco do rio e definhou, olhando-se na água e se embelezando. As ninfas construíram-lhe uma pira, mas quando foram buscar o corpo, apenas encontraram uma flor no seu lugar: o narciso; e então dai o nome narciso a flor.
O ideal e amar, pois a bíblia relata o modelo ideal de amor;

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso;
 O amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre tudo crê, tudo espera, tudo suporta;
O amor nunca falha”
1 Coríntios 13:4-8

Namorar e ótimo, se apaixonar de maneira saudável e melhor ainda, mas nunca se esqueçam de que perigo esta quando se abre mão de gostar de si mesmo a fim de gostar de outro, se anulando em prol de outa pessoa, isso não e bom,em uma relação saudável e equilibrada, fica a dica se amem em primeiro lugar.
Que Deus os abençoe.






sexta-feira, 26 de abril de 2013

PÂNICO E DEPRESSÃO NA VISÃO DA BÍBLIA: Dt. 29: 29


Pânico e depressão segundo o meu entendimento é um assunto polemico, porque tem a visão da medicina e da Bíblia. È uma doença mental ou espiritual? Tudo isto faz parte do assunto. Em fim é um assunto polemico.
INTRODUÇÂO: O Pânico, ou a Síndrome do Pânico é um medo acima do normal, é um medo extremo que domina totalmente a pessoa. Depressão é uma pressão mental, que pode ser ocasionada por: Derrota-, sentimento de perda, solidão, desprezo, abandono, sentimento de culpa, falta de perdão, ou muitas vezes sem motivo algum. A meu ver estas doenças são espirituais, provocadas por demônios, que não precisam de motivo algum para atacar o homem. I Pd. 5: 8.
O melhor remédio contra a Síndrome do Pânico e a Depressão não é o calmante, ou qualquer droga oferecida pelo médico, mas sim a Palavra de Deus. Sl. 107: 20; Pv. 3: 1 -8.
A Bíblia mostra muitos momentos de pânicos, mas o maior remédio para o pânico é a fé em Jesus Cristo e na sua Palavra.  Mt. 14: 22 – 31; Nm. 13: 25 – 33; Nm. 14: 1 – 9.
Homens de Deus também passaram por momentos de depressão, mas a Palavra de Deus e a fé no Todo Poderoso foi o seu remédio. Sl. 18: 1 – 6.
Quando começamos a meditar na Palavra de Deus, vamos ver que os homens de Deus tiveram motivos de sobra para sofrer da Síndrome de Pânico e de Depressão, mas eles venceram estas obras malignas do diabo usando as mesmas armas que Jesus usou no deserto. Lc. 4: 1 – 12; Ef. 6: 17.
A Bíblia mostra claramente que estas doenças atingiam os homens que Deus usava, mas a Bíblia mostrava respostas, ou seja, remédios para estas doenças, que eram provocadas por demônios. I Sm. 16: 14 – 23; II Co. 12: 1 – 10.
Alguém pode perguntar “Qual a garantia que a Bíblia nos da de que a Síndrome do Pânico e a Depressão são provocadas por espíritos malignos”? É Simples a Síndrome do Pânico, o simples momentos de pânicos e a Depressão matam e segundo a Bíblia, quem veio para matar e destruir é Satanás e seus demônios. Jõ. 10: 8 – 10.

Outra coisa, a Síndrome do Pânico e a Depressão é uma grande mentira que o diabo coloca na mente do homem. Jõ. 8: 44.
Para que o homem venha a se libertar da Síndrome do Pânico e da Depressão, é somente substituir as mentiras que o diabo coloca na sua mente pelas verdades de Jesus. Jõ. 1: 17; Jô. 8: 31 e 32; Jõ. 14: 6.
Seja medo (pânico) ou a depressão o importante é rejeitar e tomar posse da Palavra de Deus Rm. 8: 15; II Tm. 1: 7; I Jõ. 4: 18. N o momento de pânico ou depressão é lembrar sempre de Jesus e acreditar que Ele está sempre por perto. Lc. 6: 50; Mt. 28: 20b.
Seja qual for o momento que você estiver vivendo, seja pânico, depressão, ou qualquer doença, lembre-se que Jesus está olhando e mandando ajuda. Sl. 34: 7; Sl. 9: 1- 11; Atos 12: 1 – 11.
Tomar posse da Palavra de Deus, do poder, e do nome de Jesus, e mandar o espírito que causa a Síndrome do Pânico e da Depressão bater em retirada. Lc. 10: 19 e 20.

O pânico e a depressão é um espírito maligno que atua na mente, substitua as setas do medo e da opressão pela Palavra de Deus. Sl. 1: 1 e 2; Cl. 3: 1 e 2.

Se você sofre destes males ou conhece alguém que sofre, toque em Jesus, ou mande esta pessoa tocar, pois tenho certeza  de que a mulher do fluxo de sangue, em seus doze anos de enfermidade viveu momentos de pânicos e de depressões, mas quando ela tocou em Jesus, tudo mudou em sua vida. Lc. 8: 40 – 48.
Lembre-se a Síndrome do Pânico e a Depressão não é nada para Deus. Lc. 18: 27; Lc. 1: 37; Jr. 32: 27.
Para aquele que acham que a Síndrome do Pânico e a Depressão uma doença, mas não é causada por demônios, a Palavra de Deus  que é Jesus também é o único remédio. Is. 53: 4 e 5; Mt. 4: 23 – 25.

Outro bom remédio para a Síndrome do Pânico e para a Depressão é a oração. Sl. 55: 17.

Aqueles que pregam a Palavra de Deus, jamais podem aconselhar alguém que sofre de doenças espirituais a procurar um médico, ele deve aconselhar a pessoa a buscar a cura através da Palavra de Deus, pela fé em Jesus Cristo. Sl. 119: 105; Hb. 1- 40.


S

segunda-feira, 15 de abril de 2013

PASTORES E OVELHAS


Pastores e ovelhas eram uma parte tão familiar do mundo antigo que se tornaram uma pronta metáfora para os escritores bíblicos. O terno cuidado dos pastores com suas ovelhas levaram Davi e seus companheiros salmistas a falar do Senhor como o pastor de Israel (Salmos 23; 80:1), e de Israel como “as ovelhas do teu pasto” (Salmos 100:3; 95:7; 79:13; 78:52).
Os profetas também, em suas visões messiânicas, viram Deus de modo semelhante: “Como um pastor apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seio; as que amamentam, ele guiará mansamente.” (Isaias 40:11); “Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e as farei repousar, diz o Senhor Deus. A perdida buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrada ligarei e a enferma fortalecerei...” (Ezequiel 34:15-16).
Escritores do Velho Testamento também fizeram uso efetivo da bem conhecida disposição das ovelhas para se desgarrarem. De nossos caminhos pecaminosos Isaías escreveu:“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6) e o mais longo dos salmos termina com este queixoso apelo: “Ando errante como ovelha desgarrada; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Salmo 119:176).
Em sua ilustração do pastor e das ovelhas (Lucas 15:3-7; Mateus 18:12-14), Jesus estava não somente abordando seus ouvintes pela prática conhecida, mas com uma metáfora bíblica conhecida. Não havia meio deles perderem a lição. Jesus, como o fez seu Pai, via os homens como “aflitos e exaustos, como ovelhas sem pastor” (Mateus 9:35).
As ovelhas comumente se perdem devido a sua própria despreocupação. Esquecendo tanto o rebanho como o pastor elas perambulam sem destino, tendo na mente nada mais do que a próxima moita de capim. Não há pensamento em lobos ou profundos precipícios. Como isto espelha acuradamente nossos modos ineptos! Não é que um dia tenhamos a idéia de ser ímpios e então comecemos metodicamente a cumprir nossa ambição. Estamos meramente tão preocupados com os desejos e circunstâncias presentes que nos tornamos distraídos das conseqüências de nossas escolhas. Vidas vividas sem propósito tornam-nos peões de nossas paixões e, seja de propósito ou não, encontramo-nos antes que o saibamos, longe de Deus, miseráveis em nosso desamparo e feridos. Tais ovelhas não representam os orgulhosos e os teimosos, mas os infelizes, aqueles que são rápidos em admitir sua própria estupidez e pecado mas, não obstante, são assim mesmo perdidos.
Mas o foco da parábola está no pastor. Argumentando do menor para o maior, Jesus toma a atitude conhecida de um pastor para com uma ovelha perdida, para justificar sua atitude para com as pessoas perdidas, e para expor o espírito sem misericórdia de seus críticos. Ele tinha antes usado o mesmo tipo de argumento, da atitude de um médico para com o doente (Mateus 9:12). Os fariseus sabiam que nenhum pastor verdadeiro jamais abandonaria uma ovelha perdida ainda que o resto do seu rebanho estivesse seguro. Com pastores a preocupação não era meramente econômica, mas sentimental. Eles ficariam freqüentemente ligados às ovelhas até o ponto de chamar cada uma delas por seu próprio nome especial (2 Samuel 12:3; João 10:3).
Os fariseus também sabiam que o pastor, quando achasse sua ovelha, não a esmurraria com raiva, mas carregaria a desgarrada, agora severamente enfraquecida, gentilmente em seus ombros. Mais ainda, quando ele retornasse, ele voltaria em franca alegria.
Com esta simples ilustração Jesus levantou uma questão implícita com seus detratores: como poderiam eles ter tal compaixão por uma ovelha e tratar os homens com tal arrogante e egoísta dureza. Eles não somente não tinham buscado o pecador perdido, mas não se regozijariam com sua recuperação. E com isto eles tinham mostrado dramaticamente como sua própria disposição diferia da divina. Enquanto Deus se regozija, eles amuam. Enquanto o céu perdoa, eles cospem seu desprezo. Enquanto o bom Pastor busca recuperar o rebanho espalhado, eles vivem para devastá-lo. É um quadro sombrio.
Mas alguns podem ficar envergonhados pela observação conclusiva de Jesus que “haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos (retos) que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7). Ele está sugerindo que Deus sente uma alegria menor pelos justos do que pelo pecador recuperado? As duas coisas. A alegria de recuperar o perdido é um tipo especial de alegria, uma alegria cheia de alívio, mas isso nunca exclui como profundo, um deleite naquilo que nunca foi perdido. E, o termo justo ou reto que Jesus usa aqui tem um toque irônico em si. Quem, no mundo, seria tão justo que não precisasse de arrependimento? Infelizmente, os fariseus pensavam que poderiam nos dizer. A verdade é que todas as ovelhas desgarraram (Romanos 3:9, 10) e precisam da misericórdia daquele “grande Pastor das ovelhas” que nos redime “pelo sangue da eterna aliança” (Hebreus 13:20). Este grande Pastor “apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seu seio; as que amamentam, ele guiará mansamente” (Isaías 40:11).
–por Paul Earnhart

terça-feira, 26 de março de 2013

Culto Domestico Mostrando 10 Razoes que Mostram essa Necessidade

1. Porque nos dispõe para enfrentarmos as tarefas diárias com um coração mais alegre, torna-nos mais fortes para o trabalho, mais dedicados ao nosso dever e predispõe-nos a glorificar a Deus em tudo que fizermos. Ler Colossenses 3.17.
2. Porque nos dá força para enfrentarmos o desânimo, as decepções, as adversidades inesperadas e as frustrações com que nos deparamos. Ler Hebreus 2.18.
3. Porque nos torna mais cônscios, no decorrer do dia, da presença reconfortante do Deus que nos ajuda a vencer pensamentos impuros e outros inimigos quaisquer, que porventura vierem atacar-nos. Ler Filipenses 4.4-7.
4. Porque o culto doméstico suaviza as asperezas do relacionamento no lar e enriquece grandemente o convívio em família. Ler Efésios 6.1-9.
5. Porque esclarece os mal-entendidos e tende a aliviar as tensões que por vezes invadem o ambiente sagrado do lar. Ler Romanos 12.9-11.
6. Porque o culto doméstico ajuda a manter na fé os filhos que saem de casa, afastando-se da influência dos pais. Na maioria dos casos, é o culto doméstico que mais tarde irá determinar a salvação de filhos de lares crentes. Ler II Timóteo 3.15-17.
7. 7. Porque ele poderá ter influência sadia e santa sobre as pessoas que possam estar visitando a família. Ler Romanos 14.7-9. 8. Porque o culto doméstico reforça o trabalho pastoral e, além disso, estimula em muito a participação na Igreja. Ler Romanos 15.6-7.
8. Porque o culto doméstico faz de um lar exemplo e estímulo a outros lares, para que tenham a mesma vida de devoção e adoração a Deus. Ler Atos 2.46,47.
9. Porque a palavra de Deus ensina que devemos fazer o culto doméstico. Ao obedecermos a Deus, estamos dando honra àquele que é o doador de todo o bem e fonte de toda a benção.
10. Ler Romanos 12.1,2.


sábado, 23 de março de 2013

Oseias - A Fidelidade no Relacionamento Com Deus


Palavras-chave
- Prostituição (hb. zenunim): adultério, prostituição, devassidão, luxúria, fornicação. No sentido figurado é usada para a prática da idolatria.
- Adultério (hb. na’aph): cometer adultério.
- Fidelidade (hb.’emunah): substantivo utilizado para descrever o caráter verdadeiro e firme de Deus.
- Conhecimento (hb. da‘ath): compreensão, saber, discernimento, percepção e noção (cf. Os 4.1 e 6).
- Conhecer (hb. yadha‘): saber, conhecer de maneira relacional e experimental, conhecer no nível interpessoal (cf. Os 6.3; Gn 29.5; Jó 19.13).

INTRODUÇÃO

Oseias iniciou seu ministério profético no final de um período de grande prosperidade material, durante o reinado de Jeroboão II, rei de Israel (2Rs 14.23-27). No campo espiritual as coisas não iam tão bem, contando com a conivência da liderança da nação (2 Cr 27.2; 2 Rs 15.35), que tolerava e apoiava a idolatria, e com isso a prostituição espiritual era fortalecida e perpetuada.

Para se ter uma ideia da gravidade dos pecados da nação, os termos prostituição, adultério e seus derivados aparecem cerca de 23 vezes no livro com conotação espiritual.

No livro do profeta Oseias estão presentes a denúncia dos pecados da nação, a sentença dos juízos de Deus por causa desses pecados, e a promessa de um tempo de restauração por causa da fidelidade do Senhor.

Os juízos de Deus podem ser conferidos conforme os textos de Oseias 1.4-9; 2.9-13; 3.4; 4.3; 4.7-10; 5.1-15; 7.12-14; 8.5-9; 10.5; 12.14; 13.1-3, 12-16. As promessas de restauração são citadas em Oseias 1.1; 2.14-23; 3.5; 6.1-3; 10.12; 14.4-9.

OS PECADOS DE ISRAEL DENUNCIADOS POR OSEIAS

Nos estudos sobre os Doze Profetas Menores será de fundamental importância detectar os erros ou pecados de Israel, e perceber como os tais se reproduzem na vida da Igreja, para que dessa maneira não incorramos na repetição e na insistência tola dos mesmos. Passemos então a uma breve descrição e análise dos fatos:

- Falta de reconhecimento de que foi o Senhor quem fez Israel prosperar (2.5; 13.6). A soberba pode fazer com que creditemos a nossa prosperidade material aos nossos próprios esforços, ou a ajuda de terceiros (namorados), fazendo com que esqueçamos de que o Senhor é a verdadeira fonte de bênção e riquezas materiais e espirituais. Reconheçamos que tudo vem dele, por sua graça e para a sua glória!

- Olhares lascivos para outros deuses (3.1). Dentro da metáfora da prostituição espiritual, que desencadeou a decadência moral e a crise social em Israel, é preciso ter cuidado para o que se olha, para quem se olha e como se olha. Somos diariamente seduzidos espiritualmente e moralmente, e se não vigiarmos poderemos ser atraídos para “outros deuses”, ou seja, para coisas que ocuparão o lugar do Senhor em nosso coração, assumindo a condição de “deus”, dentre as quais podemos citar os bens materiais, a riqueza, a fama, o poder, a imoralidade sexual e outros males. Como diz a canção evangélica infantil: “Cuidado no olhinho no que vê, cuidado no olhinho no que vê, o Salvador do céu está olhando pra você, cuidado no olhinho no que vê”. É preciso voltar o olhar para o Senhor (4.10; Is 45.22, Hb 12.1-2).

- A multiplicação dos pecados morais e sociais (4.2, 10-14). Perjúrios, mentiras, enganos, homicídios, adultérios, prostituição, luxúria, glutonarias, incontinência, bebedices, desobediência, corrupção, etc. A lista aqui se assemelha muito com as obras da carne de Gálatas 5.19-21. Como se pode ver, os tempos mudam, mas os pecados do povo de Deus permanecem os mesmos.A multiplicação dos pecados morais e sociais tem relação direta com o pecado espiritual de rebeldia e insubmissão a Deus (4.12).Os pecados morais e sociais que hoje se avolumam na Igreja são decorrentes do baixo padrão de vida espiritual dos líderes e do povo em geral.

- A soberba e a autoconfiança (7.10; 10.13). Soberba e autoconfiança caminham de mãos dadas. Dos dois sentimentos nasce o autoengano. Quando associamos tudo isso, o que temos são pessoas que resolvem trilhar os próprios caminhos e confiar nas próprias forças. Igrejas, ministérios, pastores, líderes em geral, membros e congregados caíram nos laços da soberba, da autoconfiança e do autoengano, pensando ser quem não são, pensando ter o que não possuem, pensando fazer o que não podem. Fizeram-se deuses, tornaram-se senhores de si mesmos, estabeleceram o próprio caminho a seguir, a própria vontade a obedecer. O juízo de Deus virá sobre os que não se arrependerem dos seus pecados.

- As alianças reprováveis (7.11). A falta de entendimento faz com que se busque na força do poder temporal o apoio aos projetos institucionais e a proteção da nação (povo de Deus). Precisamos discernir e perceber os limites da relação entre a igreja e o Estado, e entre a igreja e as instituições privadas. Em nome do benefício à “obra”, e em nome da preservação do direito do crente enquanto cidadão, nada justifica a negociação de princípios e de valores cristãos.Nada abona a compra e venda de privilégios ou influências com políticos ou empresários. O Senhor é o nosso provedor e protetor, e duvidar disso é duvidar de seu caráter, verdade, bondade e santidade (7.15).

- O problema com uma liderança não estabelecida por Deus e corrompida (8.4; 9.8-9).A declaração é de que “Eles fizeram reis, mas não por mim; constituíram príncipes, mas eu não o soube;” é grave. Nos dias atuais vivemos a mesma realidade. O povo está fazendo líderes para si, desejando com isso que os tais aprovem e apoiem os seus pecados. Os referidos líderes não possuem nenhuma autoridade espiritual, pois não foram estabelecidos pelo Senhor. São líderes que vivem ou apoiam o pecado do adultério, da união homossexual, do divórcio, da injustiça social, da pluralidade religiosa, do liberalismo teológico e outros. Há líderes e igrejas para todos os gostos e desgostos. E o que falar dos profetas na atualidade (Ef 4.11)? Assim como nos dias de Oseias, muitos já perderam a autoridade profética por se venderem por tão pouco, por estarem a serviço de lideranças corruptas e corruptíveis. Há profetas mercenários, que recebem dinheiro ou privilégios para profetizar conforme a conveniência daqueles que pagam os seus salários ou cachês. Dessa forma: “o profeta é como um laço de caçador de aves em todos os seus caminhos, um inimigo na casa do seu Deus”.

- A edificação de palácios e fortalezas (8.14). A segurança de uma instituição cristã não repousa na riqueza e no valor do seu patrimônio físico e material. Chamo mais uma vez a atenção para toda a sorte de abuso e desperdício dos recursos financeiros da igreja na construção de megas catedrais e de outras imponentes edificações. Sem generalismo ou denuncismo algum, com temor e tremor, pergunto aos nossos amados líderes e companheiros: Não estaríamos cedendo às pressões do “mercado” evangélico, onde o esplendor arquitetônico vale mais do que o próprio culto, e o luxo mais do que a simplicidade e a praticidade? Não estamos cedendo à tentação de “eternizar” os nossos nomes através da construção de obras faraônicas, nabucodonosorianas e constantinianas? Não estamos tentando dar demonstrações de força ministerial, mediante uma competição onde quem faz um templo maior e mais luxuoso é quem parece ter e poder mais? Não poderíamos estar canalizando mais recursos financeiros da igreja para a obra missionária e social? Estamos de fato construindo, edificando “palácios e cidades fortes” para a glória de Deus? Que cada líder e igreja faça uso de sua consciência cristã para responder a tais questões.

Não me coloco aqui na condição de juiz, mas na posição de atalaia do altíssimo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Na base de todos os problemas e dos pecados da nação estava o descaso, a negligência, a falta de conhecimento de Deus (hb. da‘ath), ou seja, do discernimento e da percepção de sua ação e vontade. O conhecimento (hb. yadha‘) no sentido de relação pessoal, amizade e intimidade com o Criador estava também comprometido:

Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus na terra. (4.1)

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. (4.6)

Diante da clareza dos fatos, entendo que a melhor maneira de concluir o presente texto é com a própria exortação do profeta Oseias, e com uma mensagem de esperança:

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (6.3)

| Autor: Pr Altair Germano

quinta-feira, 21 de março de 2013

A Depressão é um Problema Médico ou Mental?


Eu não sei quanto a você, mas eu estou confuso e frustrado pela cacofonia de vozes no quadrado público (TELEVISÃO, o escritório do doutor, o conselheiro, revistas e até mesmo sermões) que reivindicam entender e resolver o problema aparentemente insolúvel da depressão. São muitas teorias mas poucos fatos.

Depressão simplesmente não é um problema médico ou um problema mental, é um  problema humano. E, depressão não é um mero problema emocional; é uma emoção problemática com componentes espirituais muito significantes. Lutero disse que "o conteúdo das depressões sempre era o mesmo: a perda de fé de que Deus é bom e que Ele é bom para mim."
"Nós sabemos agora que a depressão é um problema médico."
"Depressão se origina de uma inabilidade para amar a si mesmo."
"Depressão sempre tem uma falta de amor-próprio no fundo."
"Depressão é um resultado de convicção irracional em mentiras contraproducentes."
"Depressão frequentemente é o resultado de ação demoníaca no nosso espírito."
"Depressão vem de raiva não resolvida, lesão, perda, rejeição, privação. " 


O que diz a Bíblia sobre a depressão? Provérbios 12.25 é o único verso que menciona isto diretamente, "A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra." (RA) Este é um bom ponto de partida. Nesta pequena parelha de versos, o Conselheiro Maravilhoso, pela sabedoria de Salomão, provê o diagnóstico e a prescrição: um coração cheio de ansiedade é o culpado; uma palavra boa é a cura.

A Palavra boa diz, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; E ACHAREIS DESCANSO PARA A VOSSA ALMA. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." Assim como João Batista, nós temos que dizer às pessoas deprimidas: "Eis o Cordeiro de Deus! " Cristo é a cura para depressão. Nele temos:

A realização da esperança em Deus que diz: “invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificará” (Sl 50.15). Desesperança é a marca característica da depressão. A graça de Deus em Jesus Cristo é a soma de toda a esperança. O apóstolo Paulo, um homem que experimentou um grande período de sua vida em meio à tribulação e ao sofrimento, falou sobre a “esperança que vos está preservada nos céus” (Cl 1.5-6, 23, 27; 1 Tm 1.1).

A restauração da alegria da salvação. Nós moramos em um mundo caído, no qual todas as coisas boas se acabam. A dimensão trágica da vida estará presente até que Reino venha. A alegria da salvação vem de perceber, repetidamente, que os nossos pecados foram perdoados e que nós sempre viveremos com o Deus que é eternamente feliz, e que deseja que nós compartilhemos desta alegria com Ele.

O amor ativo a Deus e aos outros são essenciais porque as pessoas deprimidas são sugadas por um vórtice de egoísmo mórbido que os impede de seguir o Grande Mandamento dado pelo Grande Médico, que é o remédio do qual eles precisam acima de todas as coisas." Quando um aconselhado deprimido começar a amar a Deus de todo o seu coração, alma, mente, e força e amar aos outros, a depressão deles/delas inevitavelmente começará a evaporar.

Estratégias práticas para aconselhar o deprimido:

1. Peça que descreva, em detalhes, a depressão dele/dela. As pessoas são diferentes e a depressão se manifesta em muitas formas e tamanhos.

2. Convide o aconselhado a examinar o próprio coração dele/dela com esta pergunta: "Se sua depressão pudesse falar, o que diria? O que ela diz sobre você para os outros? E para Deus?" Depressão é uma experiência ativa e pode ser o resultado de muitas fontes: culpa devido a um pecado não confessado, falsa culpa, vergonha, medos de vários tipos, amargura, ódio, aflição, desespero, expectativas não bíblicas, etc. Depressão não é só algo que nós temos, é algo que nós fazemos.

3. Peça que estude os Salmos 42-43. Como o salmista se dirige a Deus? Pelo que ele ora?

4. Explique que o caminho para sair da depressão freqüentemente deve ser percorrido "pela fé" nas primeiras semanas. O aconselhado tem que aceitar o desafio de ser obediente, embora ele não sinta o desejo de obedecer, e esteja cético de que isso fará alguma diferença. Explique que o processo para sair do buraco deve ser realizado passo por passo. Mudança é baseada na prática, e acontece em pequenas etapas.

5. Avalie e faça recomendações para os problemas de estilo de vida, i.e.,  falta de exercício, dificuldade para dormir, procrastinação, stress não resolvido, ausência de disciplinas espirituais.

6. Lide com situações de preocupação do passado ou do presente.

7. Dê como tarefa a prática do amor através de ações feitas em beneficio de outros, que o livre de introversão e pena de si mesmo.

8. Recomende um médico para tratar das causas médicas.

Uma fé robusta, uma esperança viva, e um amor de todo o coração literalmente irão dizimar a depressão.

Autor: Sam R. Williams