terça-feira, 17 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bem-aventuranças - O Caráter dos Cidadãos do Céu
Jesus abriu este importante sermão com uma série de oito declarações, pungentes e paradoxais, tradicionalmente conhecidas como as "bem-aventuranças" (Mateus 5:2-12). Elas devem ter caído como raios sobre aqueles ouvidos judeus do primeiro século. Uma fórmula para sucesso mais improvável poderia dificilmente ter sido imaginada. Elas assaltavam cada conceito da sabedoria convencional e deixavam o ouvinte chocado e perplexo. Deste modo, Jesus captura a atenção de sua audiência e insiste no caráter essencial do reino de Deus e seus cidadãos.
O mundo todo, então como agora, estava em busca, diligentemente, da felicidade e tinha tampouco uma concepção de como obtê-la, como os homens de hoje. Não houve surpresa no anúncio de que havia verdadeira bem-aventurança no reino. O choque veio com o tipo de povo que estava destinado a obtê-la.
As bem-aventuranças falam exclusivamente de qualidades espirituais. As preocupações históricas do homem, riqueza material, condição social e sabedoria secular, não recebem simplesmente pouca atenção, elas não recebem nenhuma. Jesus está claramente esboçando um reino que não é deste mundo (João 18:36), um reino cujas fronteiras não passam através de terras e cidades, mas através dos corações humanos (Lucas 17:20-24). Este reino totalmente improvável chegou, conforme anunciado, no primeiro século (Marcos 9:1; Colossenses 1:13; Apocalipse 1:9), porém muitos estavam despreparados para reconhecê-lo e aceitá-lo, assim como estão hoje.
Deve ser notado, ainda mais, que as qualidades do cidadão do reino não somente eram espirituais, mas são virtudes que o homem não receberia naturalmente. Elas não são o produto da hereditariedade ou do ambiente, mas da escolha. Ninguém, jamais, "cai" displicentemente nestas categorias. Elas não acontecem no homem naturalmente, e são de fato distintamente contrárias à "segunda natureza" que o orgulho e a ambição têm feito prevalecer nos corações de toda a humanidade.
Talvez não haja verdade mais importante a ser reconhecida sobre as bem-aventuranças do que o fato que elas não são provérbios independentes, que se aplicam a oito diferentes grupos de homens, mas são uma descrição composta de cada cidadão do reino de Deus. Estas qualidades são tão entrelaçadas num tecido espiritual que são inseparáveis. Possuir uma é possuir todas e não ter uma é não ter nenhuma. E como todos os cristãos têm que possuir todas estas qualidades de vida no reino, eles estão também destinados a receber todas as suas bênçãos; bênçãos que, como suas qualidades, são apenas componentes de um prêmio; um corpo chamado em uma só esperança (Efésios 4:4).
www.MidiaGospel.Com.br - Portal gospel com notícias,música,videos,chat,bate-papo evangélico, pregações e muito mais acesse: www.midiagospel.com.br / www.estudosgospel.com.br / www.centraldepregadores.com.br
.
Em suma, então, as bem-aventuranças não contêm uma promessa de bênção sobre os homens em seu estado natural (todos os homens choram, mas certamente nem todos serão consolados, 5:4) nem de fato oferecem esperança àqueles que parecem cair numa categoria ou noutra. Elas são um quadro composto do que cada cidadão do reino, não somente uns poucos super-discípulos, têm que ser. Elas marcam a diferença radical entre o reino do céu e o mundo dos outros homens. O filho do reino é diferente naquilo que ele admira e valoriza, diferente naquilo que ele pensa e sente, diferente naquilo que ele procura e faz. É claro que, antes, jamais houve um reino como este.
Um reino para os pecadores e os humildes
Tem havido muitas abordagens do conteúdo específico das bem-aventuranças. Muitos sentem que há uma progressão de pensamento evoluindo através delas, que começa com uma nova atitude para consigo mesmo e para com Deus, passa a uma nova atitude para com os outros, e culmina com a reação do mundo a esta mudança radical. Há certo mérito nesta análise e, se tal esquema nítido coincide ou não com a ordem real das bem-aventuranças, as idéias certamente estão ali. Para uma sociedade governada por algumas concepções errôneas sérias do reino de Deus, as bem-aventuranças fazem duas afirmações básicas. Primeiro, que o reino não está aberto aos que se julgam virtuosos e aos presunçosos, mas ao pecador suplicante e vazio que chega procurando por ele. Segundo, que o reino não é para o "poderoso" que obtem o que deseja pela riqueza ou pela violência, mas para uma companhia de homens pacientes, que abrem mão, não somente de suas vontades, mas até dos seus "direitos", em prol das necessidades dos outros.
Ainda que não explicitamente declarado (Jesus não haveria de falar claramente de sua morte até um ano mais tarde, Mateus 16:21), não há nada mais óbvio no seu sermão do que a verdade central do evangelho que a salvação é pela graça de Deus. Aqui o pré-milenarista está palpavelmente errado. Como poderiam homens e mulheres tão famintos de justiça (5:6) e tão necessitados de misericórdia (5:7) encontrar lugar num reino governado por um sistema só de lei? E quem poderia imaginar que cidadãos do reino terrestre imaginado pelos pré-milenaristas haveriam de sofrer perseguição (5:10-12)? A justiça do reino não repousa num sistema de lei, mas sobre um sistema de graça. Seus santos padrões são atingíveis pelos homens pecadores (5:48). De outra maneira, o Sermão da Montanha haveria de ser fonte de maior desespero do que a lei de Moisés (Romanos 7:25).
O mundo todo, então como agora, estava em busca, diligentemente, da felicidade e tinha tampouco uma concepção de como obtê-la, como os homens de hoje. Não houve surpresa no anúncio de que havia verdadeira bem-aventurança no reino. O choque veio com o tipo de povo que estava destinado a obtê-la.
As bem-aventuranças falam exclusivamente de qualidades espirituais. As preocupações históricas do homem, riqueza material, condição social e sabedoria secular, não recebem simplesmente pouca atenção, elas não recebem nenhuma. Jesus está claramente esboçando um reino que não é deste mundo (João 18:36), um reino cujas fronteiras não passam através de terras e cidades, mas através dos corações humanos (Lucas 17:20-24). Este reino totalmente improvável chegou, conforme anunciado, no primeiro século (Marcos 9:1; Colossenses 1:13; Apocalipse 1:9), porém muitos estavam despreparados para reconhecê-lo e aceitá-lo, assim como estão hoje.
Deve ser notado, ainda mais, que as qualidades do cidadão do reino não somente eram espirituais, mas são virtudes que o homem não receberia naturalmente. Elas não são o produto da hereditariedade ou do ambiente, mas da escolha. Ninguém, jamais, "cai" displicentemente nestas categorias. Elas não acontecem no homem naturalmente, e são de fato distintamente contrárias à "segunda natureza" que o orgulho e a ambição têm feito prevalecer nos corações de toda a humanidade.
Talvez não haja verdade mais importante a ser reconhecida sobre as bem-aventuranças do que o fato que elas não são provérbios independentes, que se aplicam a oito diferentes grupos de homens, mas são uma descrição composta de cada cidadão do reino de Deus. Estas qualidades são tão entrelaçadas num tecido espiritual que são inseparáveis. Possuir uma é possuir todas e não ter uma é não ter nenhuma. E como todos os cristãos têm que possuir todas estas qualidades de vida no reino, eles estão também destinados a receber todas as suas bênçãos; bênçãos que, como suas qualidades, são apenas componentes de um prêmio; um corpo chamado em uma só esperança (Efésios 4:4).
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Em suma, então, as bem-aventuranças não contêm uma promessa de bênção sobre os homens em seu estado natural (todos os homens choram, mas certamente nem todos serão consolados, 5:4) nem de fato oferecem esperança àqueles que parecem cair numa categoria ou noutra. Elas são um quadro composto do que cada cidadão do reino, não somente uns poucos super-discípulos, têm que ser. Elas marcam a diferença radical entre o reino do céu e o mundo dos outros homens. O filho do reino é diferente naquilo que ele admira e valoriza, diferente naquilo que ele pensa e sente, diferente naquilo que ele procura e faz. É claro que, antes, jamais houve um reino como este.
Um reino para os pecadores e os humildes
Tem havido muitas abordagens do conteúdo específico das bem-aventuranças. Muitos sentem que há uma progressão de pensamento evoluindo através delas, que começa com uma nova atitude para consigo mesmo e para com Deus, passa a uma nova atitude para com os outros, e culmina com a reação do mundo a esta mudança radical. Há certo mérito nesta análise e, se tal esquema nítido coincide ou não com a ordem real das bem-aventuranças, as idéias certamente estão ali. Para uma sociedade governada por algumas concepções errôneas sérias do reino de Deus, as bem-aventuranças fazem duas afirmações básicas. Primeiro, que o reino não está aberto aos que se julgam virtuosos e aos presunçosos, mas ao pecador suplicante e vazio que chega procurando por ele. Segundo, que o reino não é para o "poderoso" que obtem o que deseja pela riqueza ou pela violência, mas para uma companhia de homens pacientes, que abrem mão, não somente de suas vontades, mas até dos seus "direitos", em prol das necessidades dos outros.
Ainda que não explicitamente declarado (Jesus não haveria de falar claramente de sua morte até um ano mais tarde, Mateus 16:21), não há nada mais óbvio no seu sermão do que a verdade central do evangelho que a salvação é pela graça de Deus. Aqui o pré-milenarista está palpavelmente errado. Como poderiam homens e mulheres tão famintos de justiça (5:6) e tão necessitados de misericórdia (5:7) encontrar lugar num reino governado por um sistema só de lei? E quem poderia imaginar que cidadãos do reino terrestre imaginado pelos pré-milenaristas haveriam de sofrer perseguição (5:10-12)? A justiça do reino não repousa num sistema de lei, mas sobre um sistema de graça. Seus santos padrões são atingíveis pelos homens pecadores (5:48). De outra maneira, o Sermão da Montanha haveria de ser fonte de maior desespero do que a lei de Moisés (Romanos 7:25).
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Avivamento
Provas Irrefutáveis do Avivamento!
Ramon Tessmann
Sinto que um avivamento sem precedentes está vindo sobre o Brasil. Cada vez mais as provas são reais e irrefutáveis. Escrevo hoje no dia 25 de agosto de 2007.
Em primeiro lugar, esclareço que não sou alguém que fala de avivamento sem fundamento bíblico e sem estudar a história. Já passei e/ou vi quase de tudo na minha caminhada cristã. Pessoas já me julgaram (aparentemente 27 anos é pouca idade para falar da Bíblia), pastores me contradisseram no púlpito (por não concordarem com o avivamento), etc. Teve até um que chamou os adoradores de “idiotas” quando repetem muitas vezes uma canção, se referindo aos cânticos espontâneos. Que isso pastor! E olha que é um “grande” conferencista e teólogo da atualidade. Mesmo que ele tivesse razão não poderia chamar ninguém de “idiota”. Errou 2 vezes. Mas deixemos as picuinhas de lado.
Se escrevo este texto é porque tenho estudado alguns bons livros sobre o termo “avivamento” à luz da Bíblia e um pouco da história da Igreja. Afinal, se queres entender o hoje e o amanhã, deves estudar o passado. É isso que estou fazendo. Além disso, tenho compartilhado com muitas pessoas de Deus, pastores, líderes, e parece que as peças desse grande “quebra-cabeça” chamado avivamento estão se encaixando. E há provas reais nos dias de hoje!
Antes de tudo, deixe-me dar minha definição do que é avivamento baseado em tudo o que li e estudei. O termo avivamento não existe na Bíblia, mas vem de uma outra palavra utilizada nas Escrituras que é “reviver”. Avivamento é um tempo extraordinário e peculiar em que a Igreja renasce, volta à vida, volta aos princípios bíblicos, depois de um grande período de trevas, lutas, pecado, etc. É um tempo marcado por acontecimentos sobrenaturais como arrependimento e conversões em massa, curas e milagres, derramamento dos dons espirituais, cultos de adoração intensa e por aí vai. Haveria muito que se falar sobre a definição de avivamento, mas não vamos nos estender.
Me empolgo quando falo do avivamento que Deus tem para o Brasil, mas isso não me faz sair das bases bíblicas, muito pelo contrário. Então o que escrevo não é pautado em emoções mas em longos estudos e em profundas conversas com muitos irmãos em Cristo.
Creio que o avivamento está vindo sobre o Brasil porque:
- Há um grande mover de unidade na igreja. Por onde ando vejo as igrejas se humilhando umas às outras, vejo pastores dizendo entre si: “Eu preciso de ti”, vejo ministérios de louvor ministrando juntos, vejo grandes projetos sendo executados por cristãos de diferentes denominações. Para mim muitas dessas “uniões” são verdadeiros milagres;
- Vejo um grande mover de arrependimento. Ao mesmo tempo em que vejo a exposição dos falsos cristãos (joio), vejo que o trigo se volta cada vez mais para Deus. É por isso que as igrejas diminuíram em número em 2005/2006. Muitas pessoas foram removidas da igreja porque não abandonaram o pecado.
- Vejo um grande mover de conversões de almas. Há anos venho ouvindo de profecias dizendo que “os estádios lotarão”, cultos serão realizados em estádios. Isso é realidade hoje em dia. As pessoas estão vindo para Jesus sem muito esforço, aceitam facilmente a Palavra de Deus.
- Os cultos são marcados por milagres, curas, derramamento de poder de Deus, sinais, etc.
- Vejo Deus restaurando igrejas semi-destruídas, re-erguendo pastores esgotados, dando novo ânimo a ministérios abalados, etc.
- Vejo a igreja se tornando mais adoradora do que pedinte. Sempre defendi que quando a Igreja entender que tem que buscar mais a Deus, do que suas bênçãos, ela irá provar da intimidade com Deus. Isso está se tornando realidade. Vejo os jovens vindo a igreja mais para adorar do que para pedir bênção...
Em breve postarei mais provas do avivamento. Agora estou indo ao culto buscar a Deus! Se Ele me abençoar serei grato, senão continuarei adorando :-)
Abração,
Ramon Tessmann
www.vidanovamusic.com/ramon
Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
http://www.vidanovamusic.com/ramon
ramon@vidanovamusic.com
Ramon Tessmann
Sinto que um avivamento sem precedentes está vindo sobre o Brasil. Cada vez mais as provas são reais e irrefutáveis. Escrevo hoje no dia 25 de agosto de 2007.
Em primeiro lugar, esclareço que não sou alguém que fala de avivamento sem fundamento bíblico e sem estudar a história. Já passei e/ou vi quase de tudo na minha caminhada cristã. Pessoas já me julgaram (aparentemente 27 anos é pouca idade para falar da Bíblia), pastores me contradisseram no púlpito (por não concordarem com o avivamento), etc. Teve até um que chamou os adoradores de “idiotas” quando repetem muitas vezes uma canção, se referindo aos cânticos espontâneos. Que isso pastor! E olha que é um “grande” conferencista e teólogo da atualidade. Mesmo que ele tivesse razão não poderia chamar ninguém de “idiota”. Errou 2 vezes. Mas deixemos as picuinhas de lado.
Se escrevo este texto é porque tenho estudado alguns bons livros sobre o termo “avivamento” à luz da Bíblia e um pouco da história da Igreja. Afinal, se queres entender o hoje e o amanhã, deves estudar o passado. É isso que estou fazendo. Além disso, tenho compartilhado com muitas pessoas de Deus, pastores, líderes, e parece que as peças desse grande “quebra-cabeça” chamado avivamento estão se encaixando. E há provas reais nos dias de hoje!
Antes de tudo, deixe-me dar minha definição do que é avivamento baseado em tudo o que li e estudei. O termo avivamento não existe na Bíblia, mas vem de uma outra palavra utilizada nas Escrituras que é “reviver”. Avivamento é um tempo extraordinário e peculiar em que a Igreja renasce, volta à vida, volta aos princípios bíblicos, depois de um grande período de trevas, lutas, pecado, etc. É um tempo marcado por acontecimentos sobrenaturais como arrependimento e conversões em massa, curas e milagres, derramamento dos dons espirituais, cultos de adoração intensa e por aí vai. Haveria muito que se falar sobre a definição de avivamento, mas não vamos nos estender.
Me empolgo quando falo do avivamento que Deus tem para o Brasil, mas isso não me faz sair das bases bíblicas, muito pelo contrário. Então o que escrevo não é pautado em emoções mas em longos estudos e em profundas conversas com muitos irmãos em Cristo.
Creio que o avivamento está vindo sobre o Brasil porque:
- Há um grande mover de unidade na igreja. Por onde ando vejo as igrejas se humilhando umas às outras, vejo pastores dizendo entre si: “Eu preciso de ti”, vejo ministérios de louvor ministrando juntos, vejo grandes projetos sendo executados por cristãos de diferentes denominações. Para mim muitas dessas “uniões” são verdadeiros milagres;
- Vejo um grande mover de arrependimento. Ao mesmo tempo em que vejo a exposição dos falsos cristãos (joio), vejo que o trigo se volta cada vez mais para Deus. É por isso que as igrejas diminuíram em número em 2005/2006. Muitas pessoas foram removidas da igreja porque não abandonaram o pecado.
- Vejo um grande mover de conversões de almas. Há anos venho ouvindo de profecias dizendo que “os estádios lotarão”, cultos serão realizados em estádios. Isso é realidade hoje em dia. As pessoas estão vindo para Jesus sem muito esforço, aceitam facilmente a Palavra de Deus.
- Os cultos são marcados por milagres, curas, derramamento de poder de Deus, sinais, etc.
- Vejo Deus restaurando igrejas semi-destruídas, re-erguendo pastores esgotados, dando novo ânimo a ministérios abalados, etc.
- Vejo a igreja se tornando mais adoradora do que pedinte. Sempre defendi que quando a Igreja entender que tem que buscar mais a Deus, do que suas bênçãos, ela irá provar da intimidade com Deus. Isso está se tornando realidade. Vejo os jovens vindo a igreja mais para adorar do que para pedir bênção...
Em breve postarei mais provas do avivamento. Agora estou indo ao culto buscar a Deus! Se Ele me abençoar serei grato, senão continuarei adorando :-)
Abração,
Ramon Tessmann
www.vidanovamusic.com/ramon
Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
http://www.vidanovamusic.com/ramon
ramon@vidanovamusic.com
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
COMO MORRERAM OS APÓSTOLOS
Como Morreram os Apóstolos de Jesus Cristo
ANDRÉ
Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”.
André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2).
O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.
BARTOLOMEU
Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.
FILIPE
Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.
JOÃO
O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Apocalipse 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.
JUDAS TADEU
Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.
JUDAS ISCARIOTES
Filho de Simão, traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se em seguida.(Mateus 26:14-16; 27:3-5).
MATEUS
Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.
MATIAS
Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.
PAULO
Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).
PEDRO
Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4).
Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero.
Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.
SIMÃO, o Zelote
Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.
TIAGO, O MAIOR
Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, Paulo Mori – Bacharel Teologia - Licenciado Filosofia, Pedagogia – Pós Graduado Docência do Ensino Superior – Técnico Eletronico pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.
TIAGO, O MENOR
Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.
TOMÉ
Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificaçã o (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.
Autor: Pastor Edison Pugaciov
www.centraldepregadores.com.br/edison-pugacio
ANDRÉ
Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”.
André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2).
O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.
BARTOLOMEU
Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.
FILIPE
Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.
JOÃO
O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Apocalipse 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.
JUDAS TADEU
Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.
JUDAS ISCARIOTES
Filho de Simão, traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se em seguida.(Mateus 26:14-16; 27:3-5).
MATEUS
Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.
MATIAS
Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.
PAULO
Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).
PEDRO
Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4).
Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero.
Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.
SIMÃO, o Zelote
Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.
TIAGO, O MAIOR
Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, Paulo Mori – Bacharel Teologia - Licenciado Filosofia, Pedagogia – Pós Graduado Docência do Ensino Superior – Técnico Eletronico pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.
TIAGO, O MENOR
Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.
TOMÉ
Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificaçã o (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.
Autor: Pastor Edison Pugaciov
www.centraldepregadores.com.br/edison-pugacio
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