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terça-feira, 26 de março de 2013

Culto Domestico Mostrando 10 Razoes que Mostram essa Necessidade

1. Porque nos dispõe para enfrentarmos as tarefas diárias com um coração mais alegre, torna-nos mais fortes para o trabalho, mais dedicados ao nosso dever e predispõe-nos a glorificar a Deus em tudo que fizermos. Ler Colossenses 3.17.
2. Porque nos dá força para enfrentarmos o desânimo, as decepções, as adversidades inesperadas e as frustrações com que nos deparamos. Ler Hebreus 2.18.
3. Porque nos torna mais cônscios, no decorrer do dia, da presença reconfortante do Deus que nos ajuda a vencer pensamentos impuros e outros inimigos quaisquer, que porventura vierem atacar-nos. Ler Filipenses 4.4-7.
4. Porque o culto doméstico suaviza as asperezas do relacionamento no lar e enriquece grandemente o convívio em família. Ler Efésios 6.1-9.
5. Porque esclarece os mal-entendidos e tende a aliviar as tensões que por vezes invadem o ambiente sagrado do lar. Ler Romanos 12.9-11.
6. Porque o culto doméstico ajuda a manter na fé os filhos que saem de casa, afastando-se da influência dos pais. Na maioria dos casos, é o culto doméstico que mais tarde irá determinar a salvação de filhos de lares crentes. Ler II Timóteo 3.15-17.
7. 7. Porque ele poderá ter influência sadia e santa sobre as pessoas que possam estar visitando a família. Ler Romanos 14.7-9. 8. Porque o culto doméstico reforça o trabalho pastoral e, além disso, estimula em muito a participação na Igreja. Ler Romanos 15.6-7.
8. Porque o culto doméstico faz de um lar exemplo e estímulo a outros lares, para que tenham a mesma vida de devoção e adoração a Deus. Ler Atos 2.46,47.
9. Porque a palavra de Deus ensina que devemos fazer o culto doméstico. Ao obedecermos a Deus, estamos dando honra àquele que é o doador de todo o bem e fonte de toda a benção.
10. Ler Romanos 12.1,2.


sábado, 23 de março de 2013

Oseias - A Fidelidade no Relacionamento Com Deus


Palavras-chave
- Prostituição (hb. zenunim): adultério, prostituição, devassidão, luxúria, fornicação. No sentido figurado é usada para a prática da idolatria.
- Adultério (hb. na’aph): cometer adultério.
- Fidelidade (hb.’emunah): substantivo utilizado para descrever o caráter verdadeiro e firme de Deus.
- Conhecimento (hb. da‘ath): compreensão, saber, discernimento, percepção e noção (cf. Os 4.1 e 6).
- Conhecer (hb. yadha‘): saber, conhecer de maneira relacional e experimental, conhecer no nível interpessoal (cf. Os 6.3; Gn 29.5; Jó 19.13).

INTRODUÇÃO

Oseias iniciou seu ministério profético no final de um período de grande prosperidade material, durante o reinado de Jeroboão II, rei de Israel (2Rs 14.23-27). No campo espiritual as coisas não iam tão bem, contando com a conivência da liderança da nação (2 Cr 27.2; 2 Rs 15.35), que tolerava e apoiava a idolatria, e com isso a prostituição espiritual era fortalecida e perpetuada.

Para se ter uma ideia da gravidade dos pecados da nação, os termos prostituição, adultério e seus derivados aparecem cerca de 23 vezes no livro com conotação espiritual.

No livro do profeta Oseias estão presentes a denúncia dos pecados da nação, a sentença dos juízos de Deus por causa desses pecados, e a promessa de um tempo de restauração por causa da fidelidade do Senhor.

Os juízos de Deus podem ser conferidos conforme os textos de Oseias 1.4-9; 2.9-13; 3.4; 4.3; 4.7-10; 5.1-15; 7.12-14; 8.5-9; 10.5; 12.14; 13.1-3, 12-16. As promessas de restauração são citadas em Oseias 1.1; 2.14-23; 3.5; 6.1-3; 10.12; 14.4-9.

OS PECADOS DE ISRAEL DENUNCIADOS POR OSEIAS

Nos estudos sobre os Doze Profetas Menores será de fundamental importância detectar os erros ou pecados de Israel, e perceber como os tais se reproduzem na vida da Igreja, para que dessa maneira não incorramos na repetição e na insistência tola dos mesmos. Passemos então a uma breve descrição e análise dos fatos:

- Falta de reconhecimento de que foi o Senhor quem fez Israel prosperar (2.5; 13.6). A soberba pode fazer com que creditemos a nossa prosperidade material aos nossos próprios esforços, ou a ajuda de terceiros (namorados), fazendo com que esqueçamos de que o Senhor é a verdadeira fonte de bênção e riquezas materiais e espirituais. Reconheçamos que tudo vem dele, por sua graça e para a sua glória!

- Olhares lascivos para outros deuses (3.1). Dentro da metáfora da prostituição espiritual, que desencadeou a decadência moral e a crise social em Israel, é preciso ter cuidado para o que se olha, para quem se olha e como se olha. Somos diariamente seduzidos espiritualmente e moralmente, e se não vigiarmos poderemos ser atraídos para “outros deuses”, ou seja, para coisas que ocuparão o lugar do Senhor em nosso coração, assumindo a condição de “deus”, dentre as quais podemos citar os bens materiais, a riqueza, a fama, o poder, a imoralidade sexual e outros males. Como diz a canção evangélica infantil: “Cuidado no olhinho no que vê, cuidado no olhinho no que vê, o Salvador do céu está olhando pra você, cuidado no olhinho no que vê”. É preciso voltar o olhar para o Senhor (4.10; Is 45.22, Hb 12.1-2).

- A multiplicação dos pecados morais e sociais (4.2, 10-14). Perjúrios, mentiras, enganos, homicídios, adultérios, prostituição, luxúria, glutonarias, incontinência, bebedices, desobediência, corrupção, etc. A lista aqui se assemelha muito com as obras da carne de Gálatas 5.19-21. Como se pode ver, os tempos mudam, mas os pecados do povo de Deus permanecem os mesmos.A multiplicação dos pecados morais e sociais tem relação direta com o pecado espiritual de rebeldia e insubmissão a Deus (4.12).Os pecados morais e sociais que hoje se avolumam na Igreja são decorrentes do baixo padrão de vida espiritual dos líderes e do povo em geral.

- A soberba e a autoconfiança (7.10; 10.13). Soberba e autoconfiança caminham de mãos dadas. Dos dois sentimentos nasce o autoengano. Quando associamos tudo isso, o que temos são pessoas que resolvem trilhar os próprios caminhos e confiar nas próprias forças. Igrejas, ministérios, pastores, líderes em geral, membros e congregados caíram nos laços da soberba, da autoconfiança e do autoengano, pensando ser quem não são, pensando ter o que não possuem, pensando fazer o que não podem. Fizeram-se deuses, tornaram-se senhores de si mesmos, estabeleceram o próprio caminho a seguir, a própria vontade a obedecer. O juízo de Deus virá sobre os que não se arrependerem dos seus pecados.

- As alianças reprováveis (7.11). A falta de entendimento faz com que se busque na força do poder temporal o apoio aos projetos institucionais e a proteção da nação (povo de Deus). Precisamos discernir e perceber os limites da relação entre a igreja e o Estado, e entre a igreja e as instituições privadas. Em nome do benefício à “obra”, e em nome da preservação do direito do crente enquanto cidadão, nada justifica a negociação de princípios e de valores cristãos.Nada abona a compra e venda de privilégios ou influências com políticos ou empresários. O Senhor é o nosso provedor e protetor, e duvidar disso é duvidar de seu caráter, verdade, bondade e santidade (7.15).

- O problema com uma liderança não estabelecida por Deus e corrompida (8.4; 9.8-9).A declaração é de que “Eles fizeram reis, mas não por mim; constituíram príncipes, mas eu não o soube;” é grave. Nos dias atuais vivemos a mesma realidade. O povo está fazendo líderes para si, desejando com isso que os tais aprovem e apoiem os seus pecados. Os referidos líderes não possuem nenhuma autoridade espiritual, pois não foram estabelecidos pelo Senhor. São líderes que vivem ou apoiam o pecado do adultério, da união homossexual, do divórcio, da injustiça social, da pluralidade religiosa, do liberalismo teológico e outros. Há líderes e igrejas para todos os gostos e desgostos. E o que falar dos profetas na atualidade (Ef 4.11)? Assim como nos dias de Oseias, muitos já perderam a autoridade profética por se venderem por tão pouco, por estarem a serviço de lideranças corruptas e corruptíveis. Há profetas mercenários, que recebem dinheiro ou privilégios para profetizar conforme a conveniência daqueles que pagam os seus salários ou cachês. Dessa forma: “o profeta é como um laço de caçador de aves em todos os seus caminhos, um inimigo na casa do seu Deus”.

- A edificação de palácios e fortalezas (8.14). A segurança de uma instituição cristã não repousa na riqueza e no valor do seu patrimônio físico e material. Chamo mais uma vez a atenção para toda a sorte de abuso e desperdício dos recursos financeiros da igreja na construção de megas catedrais e de outras imponentes edificações. Sem generalismo ou denuncismo algum, com temor e tremor, pergunto aos nossos amados líderes e companheiros: Não estaríamos cedendo às pressões do “mercado” evangélico, onde o esplendor arquitetônico vale mais do que o próprio culto, e o luxo mais do que a simplicidade e a praticidade? Não estamos cedendo à tentação de “eternizar” os nossos nomes através da construção de obras faraônicas, nabucodonosorianas e constantinianas? Não estamos tentando dar demonstrações de força ministerial, mediante uma competição onde quem faz um templo maior e mais luxuoso é quem parece ter e poder mais? Não poderíamos estar canalizando mais recursos financeiros da igreja para a obra missionária e social? Estamos de fato construindo, edificando “palácios e cidades fortes” para a glória de Deus? Que cada líder e igreja faça uso de sua consciência cristã para responder a tais questões.

Não me coloco aqui na condição de juiz, mas na posição de atalaia do altíssimo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Na base de todos os problemas e dos pecados da nação estava o descaso, a negligência, a falta de conhecimento de Deus (hb. da‘ath), ou seja, do discernimento e da percepção de sua ação e vontade. O conhecimento (hb. yadha‘) no sentido de relação pessoal, amizade e intimidade com o Criador estava também comprometido:

Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus na terra. (4.1)

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. (4.6)

Diante da clareza dos fatos, entendo que a melhor maneira de concluir o presente texto é com a própria exortação do profeta Oseias, e com uma mensagem de esperança:

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (6.3)

| Autor: Pr Altair Germano

quinta-feira, 21 de março de 2013

A Depressão é um Problema Médico ou Mental?


Eu não sei quanto a você, mas eu estou confuso e frustrado pela cacofonia de vozes no quadrado público (TELEVISÃO, o escritório do doutor, o conselheiro, revistas e até mesmo sermões) que reivindicam entender e resolver o problema aparentemente insolúvel da depressão. São muitas teorias mas poucos fatos.

Depressão simplesmente não é um problema médico ou um problema mental, é um  problema humano. E, depressão não é um mero problema emocional; é uma emoção problemática com componentes espirituais muito significantes. Lutero disse que "o conteúdo das depressões sempre era o mesmo: a perda de fé de que Deus é bom e que Ele é bom para mim."
"Nós sabemos agora que a depressão é um problema médico."
"Depressão se origina de uma inabilidade para amar a si mesmo."
"Depressão sempre tem uma falta de amor-próprio no fundo."
"Depressão é um resultado de convicção irracional em mentiras contraproducentes."
"Depressão frequentemente é o resultado de ação demoníaca no nosso espírito."
"Depressão vem de raiva não resolvida, lesão, perda, rejeição, privação. " 


O que diz a Bíblia sobre a depressão? Provérbios 12.25 é o único verso que menciona isto diretamente, "A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra." (RA) Este é um bom ponto de partida. Nesta pequena parelha de versos, o Conselheiro Maravilhoso, pela sabedoria de Salomão, provê o diagnóstico e a prescrição: um coração cheio de ansiedade é o culpado; uma palavra boa é a cura.

A Palavra boa diz, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; E ACHAREIS DESCANSO PARA A VOSSA ALMA. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." Assim como João Batista, nós temos que dizer às pessoas deprimidas: "Eis o Cordeiro de Deus! " Cristo é a cura para depressão. Nele temos:

A realização da esperança em Deus que diz: “invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificará” (Sl 50.15). Desesperança é a marca característica da depressão. A graça de Deus em Jesus Cristo é a soma de toda a esperança. O apóstolo Paulo, um homem que experimentou um grande período de sua vida em meio à tribulação e ao sofrimento, falou sobre a “esperança que vos está preservada nos céus” (Cl 1.5-6, 23, 27; 1 Tm 1.1).

A restauração da alegria da salvação. Nós moramos em um mundo caído, no qual todas as coisas boas se acabam. A dimensão trágica da vida estará presente até que Reino venha. A alegria da salvação vem de perceber, repetidamente, que os nossos pecados foram perdoados e que nós sempre viveremos com o Deus que é eternamente feliz, e que deseja que nós compartilhemos desta alegria com Ele.

O amor ativo a Deus e aos outros são essenciais porque as pessoas deprimidas são sugadas por um vórtice de egoísmo mórbido que os impede de seguir o Grande Mandamento dado pelo Grande Médico, que é o remédio do qual eles precisam acima de todas as coisas." Quando um aconselhado deprimido começar a amar a Deus de todo o seu coração, alma, mente, e força e amar aos outros, a depressão deles/delas inevitavelmente começará a evaporar.

Estratégias práticas para aconselhar o deprimido:

1. Peça que descreva, em detalhes, a depressão dele/dela. As pessoas são diferentes e a depressão se manifesta em muitas formas e tamanhos.

2. Convide o aconselhado a examinar o próprio coração dele/dela com esta pergunta: "Se sua depressão pudesse falar, o que diria? O que ela diz sobre você para os outros? E para Deus?" Depressão é uma experiência ativa e pode ser o resultado de muitas fontes: culpa devido a um pecado não confessado, falsa culpa, vergonha, medos de vários tipos, amargura, ódio, aflição, desespero, expectativas não bíblicas, etc. Depressão não é só algo que nós temos, é algo que nós fazemos.

3. Peça que estude os Salmos 42-43. Como o salmista se dirige a Deus? Pelo que ele ora?

4. Explique que o caminho para sair da depressão freqüentemente deve ser percorrido "pela fé" nas primeiras semanas. O aconselhado tem que aceitar o desafio de ser obediente, embora ele não sinta o desejo de obedecer, e esteja cético de que isso fará alguma diferença. Explique que o processo para sair do buraco deve ser realizado passo por passo. Mudança é baseada na prática, e acontece em pequenas etapas.

5. Avalie e faça recomendações para os problemas de estilo de vida, i.e.,  falta de exercício, dificuldade para dormir, procrastinação, stress não resolvido, ausência de disciplinas espirituais.

6. Lide com situações de preocupação do passado ou do presente.

7. Dê como tarefa a prática do amor através de ações feitas em beneficio de outros, que o livre de introversão e pena de si mesmo.

8. Recomende um médico para tratar das causas médicas.

Uma fé robusta, uma esperança viva, e um amor de todo o coração literalmente irão dizimar a depressão.

Autor: Sam R. Williams